Eu sei que vou te amar – ou por que Arnaldo Jabor é uma farsa

É lugar comum o torcedor de futebol reclamar quanto à falta de amor à camisa assim que vê um jogador do seu time fazendo corpo mole para ser negociado ou trocar de clube por meia-dúzia de tutus a mais. Por mais que no passado isso acontecesse na mesma frequência atual – para desespero de gente como Fernando Calazans, que vive num eterno coma –, o sentimento do adepto não deixa de ser menos verdadeiro.

Num futebol cada vez mais dominado por investidores árabes, acionistas multinacionais e redes de televisão que decidem quem deve ganhar e quanto, casos como o de Luis Henrique, dublê de zagueiro e lateral-esquerdo do Novo Hamburgo, mais de 200 jogos com a camisa anilada, chamam a atenção do aficionado pelo esporte-bretão.

Luis Henrique comemora gol contra Santo Ângelo pela Copa RS, em 2011: zagueiro irá para seu 9º Gauchão com a camisa do Nóia (Foto: Bruno Colombo/ECNH)

Quando adentrar o gramado do Estádio do Vale na quarta-feita, 18/1, o ‘Queixo’ estará disputando seu nono Gauchão pela camisa anilada. Com os notórios meiões arriados, a torcida do Nóia poderá ver mais uma vez um representante fiel do que é ser anilado. Um jogador que chegou sem grife alguma ao clube, num período de insolvência, mas que com sua garra, balões para o mato, carrinhos e arrancadas para o ataque, conquistou um lugar no coração de seus adeptos.

Luis Henrique desembarcou proveniente do futebol amador de Canoas, em 2002. Já com 23 anos, não era uma jovem promessa e sequer havia trabalhado nas categorias de base. Assim, para compensar eventuais deficiências técnicas, sempre colocou o coração na ponta de sua chuteira – que, nos tempos do velho Santa Rosa, ainda era preta.

Em 2003, compôs a defesa histórica anilada responsável pelo Acesso à Série A do Estadual, de onde não mais saiu. Ao lado dos zagueiros Dias e ALÁDIO, e guarnecido pelo maior goleiro anão dos pagos platinos, Luciano, Luis Henrique devolvia o Novo Hamburgo aonde jamais deveria ter saído: a elite gaúcha.

As duas temporadas na Segunda Divisão não foram fáceis. Com Santa Rosa vendido para quitar dívidas trabalhistas, o clube dependia de poucos abnegados para mantê-lo em atividade e não fechar as portas, como quase aconteceu por diversas vezes na década de1990. Com uma folha salarial de 30 mil lulas mensais, apoio da comunidade e após duas batalhas de dar inveja a Rocky Balboa e Apollo Creed contra o Inter de Santa Maria, o Anilado conseguiu o Acesso.

Na temporada seguinte, Luis Henrique deixou o miolo da zaga e passou a ser lateral-esquerdo, com a mudança do 3-5-2 pro 4-4-2. Esteve em campo na histórica vitória de virada contra o 15 de Novembro, por 2×1, encerrando um jejum de 10 anos sem triunfos no Clássico do Vale. O Nóia ensaiou um salseiro naquele campeonato, mas abriu o bico na reta final. A 7ª colocação, no entanto, foi o suficiente para que o clube conquistasse uma vaga à Série C do Brasileiro.

Assim, após 15 anos longe de competições nacionais, o Nóia entrou em campo no primeiro dia de Agosto de 2004 para confrontar a Ulbra pela primeira rodada da fase de grupos. Num jogo renhido, o Nóia marcava passo até os 49 minutos da etapa final. No último lance da partida, escanteio cobrado no primeiro pau e Luis Henrique, arrancando leivas do finado Santa Rosa, subiu mais alto que a zaga canoense e testou para marcar o gol da vitória por 1×0. Não havia nome mais simbólico para marcar o re-erguimento do Anilado.

A carreira do Queixo se confundia com a do Nóia. A cada competição, ambos cresciam e apareciam no cenário gaúcho. E o ápice dessa relação de seu em 2005. Após um Gauchão pífio, o Nóia entrou com tudo na Copa Emídio Perondi. Sem dó dos adversários, atropelou-os um a um, com direito a goleadas históricas: 4×0 no 15 de Novembro (em Campo Bom), 5×0 no Glória (semi-final) e 3×0 no Brasil de Pelotas (final). Em sua quarta temporada como profissional, Luis Henrique erguia sua primeira taça.

No segundo semestre daquele ano, o Novo Hamburgo fez a melhor campanha de um clube gaúcho na Série C. Chegou ao quadrangular final da competição brigando contra Remo, América/RN e Ipatinga, sendo 4º colocado – à época, apenas os dois primeiros subiam de divisão. Para o clube gaúcho, que triplicara sua folha salarial em dois anos, a caminhada até a fase final não fora nada fácil.

Os principais embates se deram nas oitavas-de-final, contra o Joinville. No primeiro jogo no Santa Rosa, em 26/9, o placar se encaminhava em 0x0 até os 37 minutos da etapa complementar. A pressão anilada aumentava a cada instante até que o lateral-direito Rafael se aproveitou de uma falha zaga catarinense, avançou pela ponta-direita e cruzou pra área. Valdiney, o homem-gol, furou. Mas Luis Henrique, tal qual um potro indomável ensandecido galopando rumo à glória perdida no horizonte do Pampa, surgiu na área e mandou um balaço estufando os cordeis da cidadela rubro-negra, mandando o Joinville, seu goleiro e Anita Garibaldi chorar acima do Mampituba.

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Na volta, nova peleia em Joinville. Logo aos 30 minutos de jogo, o CONE disfarçado de ala-esquerda Willian foi expulso e colocou o Nóia em maus lençóis. No segundo tempo, o time catarinense fez 1×0 e, com um homem a menos, segurou a enorme pressão do adversário, levando a partida pros pênaltis. Durante a cobrança de tiros penais, Luis Henrique converteu e com a ajuda do JESUS DO ARCO Luciano, o Anilado venceu por 4×3 e calou a República Juliana.

Após a conquista da Copa RS nos fins de 2005 e a 6ª colocação no COSTELÃO de 2006, Queixo deixou o Nóia pela primeira vez e iniciou uma rotina que se prolongaria pelas próximas três temporadas: disputava o Gauchão pelo Novo Hamburgo no primeiro semestre e o Brasileiro – tanto da Série B quanto da Série C – no segundo. Peregrinou por Gama/DF, Portuguesa (onde conseguiu o Acesso à Série A, em 2007), Palmas/TO e América/RN.

Eram tempos de reformulação no Anilado após seu período de conquistas, com menos verba destinada ao futebol. Em 2008, o clube deixou o Santa Rosa, depois de cinco décadas, e se mudou para o Estádio do Vale – Luis Henrique esteve presente na última partida na Vila Rosa e na partida inaugural no Liberdade.

Após 8 temporadas envergando a camisa do Novo Hamburgo, Luis Henrique não disputou o Gauchão pelo Nóia quando o time foi chamado de Galácticos do Vale, em 2010. Parecia que o casamento entre ambos havia acabado e o Queixo seria definitivamente apenas uma lembrança na história do Vale dos Sinos. Um operário que ajudou a reconstruir um clube falido.

Até que, num dia frio e chuvoso de Julho do ano passado, enquanto o Novo Hamburgo montava um time com desconhecidos para a Copa RS, o Twitter oficial do clube anuncia a volta do zagueiro-artilheiro. Sem especulação prévia, sem alarde, Luis Henrique voltava para casa.

As chuteiras não são mais pretas, o salário não é tão minguado e o clube se consolida no cenário gaúcho a cada dia, com uma infra-estrutura digna dos clubes da Série B nacional. Se houve saídas, foi para buscar o pão de cada dia, que no interior não é tão farto assim. Mas Luis Henrique pode se orgulhar de, quanto entrar para disputar seu nono Gauchão pelo Novo Hamburgo, beijar o escudo do Nóia com o mesmo amor e sinceridade que um homem faz por sua esposa após meio-século de casamento.

Publicado em Gauchão 2012, Novo Hamburgo com as tags , , . ligação permanente.

40 Respostas a Eu sei que vou te amar – ou por que Arnaldo Jabor é uma farsa

  1. Daniel diz:

    Boa.

    Aquela campanha na Série C de 2005 foi muito fodida.
    Poderia ter tido melhor sorte naquela quadrangular.

    No primeiro jogo contra o Remo, fora, perdeu muitas chances. FLAVIANO FILHO DA PUTA.

    Depois, cencia o Ipatinga fora de casa e tomou o empate quando o Sandro Blum estava fora de campo para ser atendido.

    Na partida de volta, onde aconteceu um dilúvio, saiu ganhando e levou a virada.

    Na partida seguinte, ensaiou uma recuperação histórica contra o América/RN, mas acabou perdendo o jogo.

    No última embate, que já não valia mais nada (para o Novo Hamburgo), perdeu em casa para o Remo, em uma atuação desastrosa da arbitragem. O juiz alguns dias depois se tornaria manchete, mas por outro jogo, a Batalha dos Aflitos.

    Na Copa RS espancou todo mundo jogando quase toda competição com um MISTO QUENTE ou reservas.

    Que ano.

  2. Preciso achar a FITA do Nóia x Inter-SM em 2003, maior batalha CAMPAL que já vi, juiz acabando o jogo no primeiro tempo por FALTA DE SEGURANÇA, tudo isso com uma CHUVARADA para ajudar

    MUITO LINDO

  3. Gabriel diz:

    Estou em prantos aqui . Isso sim é futebol, amor ao esporte . Numa época com clubes turbinados por petrodólares, ler uma história como essa, me enche de esperança em dias melhores e de maiores glórias no nosso esporte bretão.

  4. Luis Henrique Santana diz:

    Cara oq vou falar, nem sei …Minhas lagrimas falam por mim..
    Obrigado mesmo de coração Nação Anilada e ha tds do Vale dos Sinos..
    Jamais esqueçerei dessa Homenagem OBRIGADO PELO CARINHO

    LUIS HENRIQUE SEMPRE NÓIA

  5. beretta diz:

    Que relato sensacional. Que sensacional o Luis Henrique comentando por aqui. Que coisa mais sensacional esse blog. Vocês só me dão orgulho.

  6. maurinho diz:

    Sem comentario sabe que nos amigos sempre somos rico futebol clube abraço fera e fica com deus que vcs faça um belo campeonato maurinho

  7. maurinho diz:

    Sem comentario sabe que nos amigos sempre somos rico futebol clube abraço fera e fica com deus que vcs faça um belo campeonato maurinho

  8. Cristofer diz:

    Luis Henrique é o cara. Quero ver ele muito pilhado amanhã.

  9. Cristofer diz:

    Luis Henrique é o cara. Quero ver ele muito pilhado amanhã.

  10. Borgo diz:

    Porra Zezinho, assim tu me faz chorar.

  11. Borgo diz:

    Porra Zezinho, assim tu me faz chorar.

  12. Weber diz:

    Luís Henrique, simplesmente o TANQUE ANILADO.

  13. Weber diz:

    Será que tem filmado aquela batalha campal de 2003? Lembro que o técnico do Inter SM era o Bagé e ele não conseguia chegar no banco de reservas, devido a chuva de pedras, pilhas, gelo que voava sobre ele. Foi inesquecível. A social do Santa Rosa enlouquecida. DÁ-LHE NOIA!

  14. Weber diz:

    Será que tem filmado aquela batalha campal de 2003? Lembro que o técnico do Inter SM era o Bagé e ele não conseguia chegar no banco de reservas, devido a chuva de pedras, pilhas, gelo que voava sobre ele. Foi inesquecível. A social do Santa Rosa enlouquecida. DÁ-LHE NOIA!

  15. mateus kayser diz:

    é hg o dia, luiz henrique n vai deichar ngm passar, os colorados são a midia e o nóia é a paixão, vamos NÓIA,

  16. mateus kayser diz:

    é hg o dia, luiz henrique n vai deichar ngm passar, os colorados são a midia e o nóia é a paixão, vamos NÓIA,

  17. mateus kayser diz:

    eu fiz uma sacola mt grande de papel picado, hg vamos fazer a festa, dalhe noia

  18. mateus kayser diz:

    eu fiz uma sacola mt grande de papel picado, hg vamos fazer a festa, dalhe noia

  19. Weber diz:

    Acho que era o Gaúchão de 2006. Noia x Zequinha, a noite no Santa Rosa. Escanteio batido, Luis Henrique cabeceia, marca o gol e sai pra comemorar. Só que estranhamente, o jogo prossegue sem que o juíz apite para a meia cancha. Ninguém entende nada. Detalhe: a bola bateu lá no ângulo, onde tinha um ferro que sustentava a rede. De alguma maneira, a bola bateu lá dentro e voltou. Foi muito bizarro.

  20. Weber diz:

    Acho que era o Gaúchão de 2006. Noia x Zequinha, a noite no Santa Rosa. Escanteio batido, Luis Henrique cabeceia, marca o gol e sai pra comemorar. Só que estranhamente, o jogo prossegue sem que o juíz apite para a meia cancha. Ninguém entende nada. Detalhe: a bola bateu lá no ângulo, onde tinha um ferro que sustentava a rede. De alguma maneira, a bola bateu lá dentro e voltou. Foi muito bizarro.

  21. mateus kayser diz:

    baa eu me lembro disso se n me engano o bandeir n validou o gol né ? se foi esse dia a torcida ficou mto louca e ali embaixo varios ameaçaram de invadir o campo.

  22. mateus kayser diz:

    baa eu me lembro disso se n me engano o bandeir n validou o gol né ? se foi esse dia a torcida ficou mto louca e ali embaixo varios ameaçaram de invadir o campo.

  23. Weber diz:

    Acho que o bandeira validou sim, mas são coisas que só acontecem com o NOIA.

  24. Há duas semanas, o Maurício conversou comigo sobre escrevermos um texto sobre um ídolo do Nóia no atual elenco. Pensamos em Preto e Luis Henrique e optamos pelo zagueiro por ser um jogador menos conhecido fora do clube.

    Talvez eu fizesse o texto de forma diferente, mas é simplesmente FODA ler teu ídolo comentando um texto teu e agradecendo pelas palavras. A ficha não caiu. Ainda mais para mim, que acompanho o Nóia de longe há uma década.

    ***

    Aquele time de 2005 era CUIUDO demais: Luciano; Marcelo, Dias e Luis Henrique; Rafael, Márcio Hahn, Pedro Ayub, Alex e Preto; Maiquel e Luiz Gustavo (Valdiney).

    Tivemos um azar desgraçado no quadrangular final como bem lembrou o Foscarini. Mas lembro daquele campanha com muito carinho. A classificação suada em Iraty, a guerra contra o Joinville, a reação maluca contra o Villa Nova em Nova Lima. E ainda fomos campeão da Copa RS com o BANGUZINHO: Giovani; Sandro Blum, Émerson e Sidiney; Tiago, Polaco, Willian, Gerson e Duda (Tiago Moraes); Naldinho (Flaviano) e Valdiney.

    Gilmar Iser fininho e com cara de guri. Ainda que em 2006 o time melhorou com Dudu, PELEDNO, Itaqui, Washington e Giancarlo, não fomos tão longe.

    ***

    Bah, Weber, vê o presidente da Fogo Anil aqui comentando também é uma grande honra. Queria abraçar todos no Vale. Queria ver as crianças das vilas indo no estádio. Não prego ódio contra Inter ou Grêmio, mas que deem valor ao clube da cidade onde nasceram e vivem. E que trabalhem para recompensar tudo que ela deu

  25. Há duas semanas, o Maurício conversou comigo sobre escrevermos um texto sobre um ídolo do Nóia no atual elenco. Pensamos em Preto e Luis Henrique e optamos pelo zagueiro por ser um jogador menos conhecido fora do clube.

    Talvez eu fizesse o texto de forma diferente, mas é simplesmente FODA ler teu ídolo comentando um texto teu e agradecendo pelas palavras. A ficha não caiu. Ainda mais para mim, que acompanho o Nóia de longe há uma década.

    ***

    Aquele time de 2005 era CUIUDO demais: Luciano; Marcelo, Dias e Luis Henrique; Rafael, Márcio Hahn, Pedro Ayub, Alex e Preto; Maiquel e Luiz Gustavo (Valdiney).

    Tivemos um azar desgraçado no quadrangular final como bem lembrou o Foscarini. Mas lembro daquele campanha com muito carinho. A classificação suada em Iraty, a guerra contra o Joinville, a reação maluca contra o Villa Nova em Nova Lima. E ainda fomos campeão da Copa RS com o BANGUZINHO: Giovani; Sandro Blum, Émerson e Sidiney; Tiago, Polaco, Willian, Gerson e Duda (Tiago Moraes); Naldinho (Flaviano) e Valdiney.

    Gilmar Iser fininho e com cara de guri. Ainda que em 2006 o time melhorou com Dudu, PELEDNO, Itaqui, Washington e Giancarlo, não fomos tão longe.

    ***

    Bah, Weber, vê o presidente da Fogo Anil aqui comentando também é uma grande honra. Queria abraçar todos no Vale. Queria ver as crianças das vilas indo no estádio. Não prego ódio contra Inter ou Grêmio, mas que deem valor ao clube da cidade onde nasceram e vivem. E que trabalhem para recompensar tudo que ela deu

  26. Homenagem emocionante.
    Baita texto!
    E mais que merecida a um clube como o Novo Hamburgo, e a um jogador como o Luis Henrique, o Tanque Anilado, o Panzer Azul e Branco do Vale!
    Força, Noia! Dá-lhe, Noia!

  27. Homenagem emocionante.
    Baita texto!
    E mais que merecida a um clube como o Novo Hamburgo, e a um jogador como o Luis Henrique, o Tanque Anilado, o Panzer Azul e Branco do Vale!
    Força, Noia! Dá-lhe, Noia!

  28. mateus kayser diz:

    texto muito bom , emocionante .

  29. mateus kayser diz:

    texto muito bom , emocionante .

  30. Luis Henrique Santana diz:

    Eu imprimi e vou colocar num quadro, essa mensagem vai ficar comigo pro resto da minha VIDA….!!!!!!

    OBRIGADO DE CORAÇÃO…..

  31. Luis Henrique Santana diz:

    Eu imprimi e vou colocar num quadro, essa mensagem vai ficar comigo pro resto da minha VIDA….!!!!!!

    OBRIGADO DE CORAÇÃO…..

  32. Daniel - jlle diz:

    Putz, olha só o q o cidadão me fez lembrar, estava nesse jogo, assisti com o coração na mão, sou de Joinville e claro torci pelo Joinville, naquele time se minha memória não me sacanear, jogava o agora selecionável Ramires. Baita jogo, baita disputa, que me faz ainda não acreditar que um goleiro nanico se tornou gigante debaixo da goleira numa disputa de penais.
    Hoje o Joinville retorna a segunda divisão do certame nacional, mas ainda fica na lembrança essa derrota amarga ( mesmo que a garra do futebol do interior gaúcho muito me agrada) para o NÓIA aqui em nossos pagos.

  33. daroit diz:

    Cara, que coisa SENSACIONAL a reação do Luis Henrique. Como é lindo o futebol.

  34. daroit diz:

    Cara, que coisa SENSACIONAL a reação do Luis Henrique. Como é lindo o futebol.

  35. Luis Felipe diz:

    Muito lindo a homenagem que fizeram para meu pai.
    Adorei.

  36. Luis Felipe diz:

    Muito lindo a homenagem que fizeram para meu pai.
    Adorei.

  37. Luis Felipe diz:

    É um orgulho pra mim ser filho do Luis Henrique.

  38. Luis Felipe diz:

    É um orgulho pra mim ser filho do Luis Henrique.

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