A Cancha: Estádio Alfredo Jaconi – E.C. Juventude

Eis que finalmente tive tempo (leia-se vergonha na cara) para me aprofundar na pesquisa sobre a história do Estádio Alfredo Jaconi, casa do Juventude, para a série A CANCHA.

Apesar da internet ser a maior fonte para pesquisas atualmente, quase nada de útil se encontra sobre o tema. Sorte minha ter em casa um exemplar do livro “Assim na terra como no céu”, de Francisco Michielin, que narra a história do Juventude e, também, de alguns fatos interessantes de nosso estádio, servindo de base para este texto e de uma futura (me cobrem) série sobre a história do clube.

Embora já tivesse lido o livro ao comprá-lo, foi só na segunda lida e, com o objetivo de contar a história do estádio, que algumas perguntas foram respondidas. Entre elas, a principal: o Jaconi, ou seu terreno, foi sempre, desde o princípio, seu único campo? Descobri que não. Na verdade, o terreno onde hoje está a igreja Pio X (e onde fui batizado) foi o primeiro lugar onde aquela gurizada que fundou o Juventude, em 1913, castigou o couro da redonda, ainda uma novidade para muitos à época.

Saber que a turma, no intervalo destes primeiros treinos, se ENCHARCAVA de cerveja trazida no lombo da MULA “GARIBALDI”, então, fez tudo fazer muito mais sentido para mim, PAPO desde a infância nas piscinas da finada sede campestre do clube, contumaz bebedor de BIRRA e zagueiro que abusava dos COICES que pareciam furar a bola desde a tenra idade.

 A era Quinta dos Pinheiros

Em abril de 1919, após muitos debates internos sobre a importância de se adquirir um campo para chamar de seu, o terreno do Sr. João Domingos Corso, local que o Juventude já vinha alugando para fazer seus jogos, foi comprado. Os associados de então emprestaram dinheiro ao clube, para completar o que este já tinha em caixa, em troca de ações, com ressarcimento previsto PARA QUANDO DESSE. Na verdade, as dívidas foram quitadas em 1928. Tempos românticos aqueles…

Quem é esse Alfredo afinal?

Alfredo Jaconi, nascido em Caxias do Sul, em 1910, foi jogador do Juventude nos anos 30 e seguiu assim por cerca de dez anos. Após encerrar sua carreira nos campos, seguiu no clube fazendo de tudo que se possa imaginar. Foi “diretor-de-campo”, assessor-técnico, garimpava jogadores, arranjava-lhes moradia e botava dinheiro do próprio quando o do clube não era suficiente.

Foi daquelas EMINÊNCIAS PARDAS tão necessárias para que um clube permaneça vivo mesmo quando outros já não acreditam. Não foi surpresa, portanto, que ainda jovem, em 1946, chegasse à presidência do Juventude. Um de seus primeiros atos? O lançamento da pedra fundamental do novo pavilhão da Quinta dos Pinheiros.

Em dezembro de 1952, incumbido pela direção de organizar os festejos pela conquista do campeonato municipal, que reuniria toda a papada em seu estádio, o faz-tudo Alfredo Jaconi providenciava os barris de chope. Já na cervejaria, teve uma vertigem. Sentiu-se mal e seu corpo girou, tombando justamente sobre uma das máquinas do local, com uma das alavancas atingindo fatalmente seu abdômen. Morreu instantaneamente. Uma morte surreal pelas circunstâncias.

Foi levado para a capela do estádio, construída por ele, para receber as últimas homenagens. Aos 42 anos, deixou a vida e entrou para a história. É nome de estádio e rua em sua cidade.

Tempo de crescer

A fim de participar da “Divisão de Honra”, que daria um verdadeiro caráter estadual ao principal campeonato de futebol disputado no Rio Grande do Sul, em 1954 foram exigidas as reformas necessárias no estádio a fim de se adequar a essa nova realidade almejada pelo Juventude. Até a iluminação do campo estava incluída. Para ela, fruto de uma engenhosa articulação política, foi obtida a doação de dezesseis trilhos de trem, através da Viação Férrea. Assinava o telegrama o então secretário estadual de obras públicas: Leonel de Moura Brizola.

A velha Quinta dos Pinheiros em 1950

Um pugilo de homens dedicadíssimos, sempre disponíveis, desandou a trabalhar sem tréguas, suando e regozijando-se a cada novo progresso. Eles estavam de mangas arregaçadas, revezando-se incessantemente, para conseguir reformar o estádio da Quinta dos Pinheiros, adaptando-o às exigências da Federação. Da labuta, participaram dirigentes e associados, batendo martelo, abrindo buracos para fincarem postes do alambrado, estendendo o aramado, medindo-o, certificando-se de que faziam corretamente. Esses homens carregavam pedras pelo seu Juventude. No lado oposto do imponente pavilhão de madeira, foram erguidas as arquibancadas para as gerais, que antes não existiam. Consistiam, apenas, numa elevação do terreno, ao natural, com o capim nativo e, ao fundo, plantações de árvores de eucaliptos. A terra foi escavada e as lajes, uma a uma, foram sendo assentadas, resultando numa escadaria confortável para acolher o público. Na goleira dos fundos, improvisou-se um pequeno morro, que subia em direção ao Mato Sartori, um acessível conjunto de degraus, uma espécie de arquibancada primitiva, sem que pudesse ser forrada por qualquer tipo de pavimentação, por falta de maior disponibilidade financeira. Nos dias secos era uma beleza, dava uma visão ampla, permitindo que a assistência vislumbrasse, lá do alto, todo o panorama do jogo. Em dias chuvosos, porém, a subida tornava-se íngreme e escorregadia, desestimulando seu uso.” (transcrição de trecho da fl. 271 do livro “Assim na terra como no céu”, de Francisco Michielin).

A partir desta reforma, já a partir de sua reinauguração, em 25 de abril de 1954, num amistoso com o Grêmio de Tesourinha que terminou num 3 a 3, a então Quinta dos Pinheiros passava a se chamar, definitivamente, Estádio Alfredo Jaconi.

Renascimento e renovação (após a natimorta fusão)

Sanvitto em frente ao antigo pavilhão da Quinta dos Pinheiros

E tudo seguiu mais ou menos da mesma forma até o início dos anos 70. Após a frustrada e malfadada tentativa de fusão dos times caxienses, originando a Associação Caxias, que durou menos de quatro anos, o Juventude, pelas mãos de Willy Sanvitto, um de seus ex-presidentes, e seus seguidores, voltava à vida! Ainda durante a vigência da fusão, Sanvitto desencadeou uma operação para levantar fundos para a construção no novo Alfredo Jaconi, viabilizando o retorno triunfal do clube. Em pouco tempo, não restava uma única cadeira no futuro novo estádio para ser vendida.

Tudo foi refeito. Uma por uma, as madeiras impregnadas de história foram tombando. O velho pavilhão de madeira, sonho de tantos anos, mas já envelhecido e acanhado para receber sua torcida, finalmente conhecia sua aposentadoria. Em pouco tempo, arquitetos, engenheiros, mestres-de-obra, empreiteiros e pedreiros fizeram sua parte. Entre 1972 e 1975, o estádio virou um canteiro de obras, vendo escadarias e arquibancadas subirem degrau por degrau e, enfim, pronto para ser, uma vez mais reinaugurado.

 

Finalmente, time e estádio estão de volta!  A emoção, em campo e nas arquibancadas, é incontida. A torcida está de volta ao seu lugar, ao seu chão, à sua cancha. O adversário escolhido para a reinauguração, em 23 de março de 1975, em meio aos festejos pelo centenário da imigração italiana no estado, é o Flamengo da cidade maravilhosa. Apesar do time modestamente montado em cima do laço, a igualdade em zero no placar é mantida. Mas o placar era o de menos: a camisa verde e branca de volta nos gramados era só o que importava!

Foi esse Alfredo Jaconi, que alguns anos mais tarde ganhou camarotes e cobertura do setor das arquibancadas, que viu o Juventude crescer a cada ano que passou, participar do campeonato nacional pela primeira vez em 1977 (ano em que nasci), ser campeão da série B nacional em 1994, ser campeão da Copa do Brasil em 1999 e viver TREZE anos consecutivos na elite do futebol brasileiro, sendo o único clube do interior gaúcho a participar de uma edição da Copa Libertadores da América. Também testemunhou sua derrocada dos últimos anos, é verdade. Mas está sempre lá, na Rua Hércules Galló, para ver seu dono seguir escrevendo sua história, mirando dias melhores. Que virão.

Mário Maguila comemora o acesso à elite nacional em 1994

Experiências de jogo

Como vim ainda guri para Porto Alegre, ficando aqui de 1988 a 2007, pouco pude viver o Jaconi durante esse tempo. Porém, ao voltar para Caxias, já casado e com uma filhota, pude tirar o atraso, mesmo que pegando a fase braba da sucessão de rebaixamentos. Porém, já no primeiro jogo nesse retorno, um Juventude x Náutico, numa quinta à noite regada a chuvisqueiro e frio, as primeiras novidades para alguém então acostumado aos jogos em Porto Alegre.

Tranquilidade para estacionar relativamente próximo ao estádio e ausência de flanelinhas. Já dentro do estádio, a primeira visita ao bar botou um sorriso no meu rosto: cerveja de 600ml vendida a preço de lata e QUENTÃO para os mais encarangados de frio. Pra matar a fome, apenas a batata frita, num estilo LAY’S, mas com aquela OLEOSIDADE EXTRA típica de um troço mais artesanal, além do tradicional cachorro-quente/pipoca/amendoim. Claro, não esqueçamos do FILÉ MIAU velho de guerra na entrada e saída das partidas.

Voltei para a capital quatro anos depois disso. Ao que me lembre, fora o ato tresloucado e MIDIÁTICO de um deputado de poucas luzes, que estabeleceu que um torcedor de futebol não pode mais tomar uma ceva dentro do estádio, pois isso deve transformar o mundo num lugar ruim (beber um caminhão-tanque de cerveja antes de adentrar a cancha tá liberado – e, reparem, isso só vale para estádios de futebol profissional), tudo continua igual. Ou seja, os donos de bares no entorno do Alfredo Jaconi e demais agradecem penhoradamente, tio Miki!

Características técnicas

– Capacidade: 23.726 torcedores

– Grama bermuda tifway 419

– Vestiários equipados com banheiras de hidromassagem e aquecimento central

– Acessos através de roletas eletrônicas com cartões magnéticos

– 24 cabines de imprensa

– 6 vestiários no total

– 7 portões de acesso

– Endereço: Rua Hércules Galló, 1547 – Centro – Caxias do Sul/RS

Trazendo na ALMA aqueles barris de ceva desde 1913 e sonhando com um fim de século mais feliz e um PORVIR melhor ainda para a papada,

Franco “IL MULO” Garibaldi (@francogaribaldi)

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22 Respostas a A Cancha: Estádio Alfredo Jaconi – E.C. Juventude

  1. Zezinho diz:

    Bah, Franco, sensacional! Belíssimo relato!

    É um baita documento pra quem achar que o Ju foi apenas uma vaquinha da Parmalat.

    Pô, toda hora que li ‘Quinta do Pinheiro’ meu cérebro processava ‘Quinto dos Infernos’ =p

  2. Cássio diz:

    Quando for escrever a história do time sugiro como fonte, sobretudo sobre os primeiros tempos, os livros do João Adami (creio que o primeiro historiador caxiense).

    Em um desses livros, publicado em 1966, conta a história do Ideal (segundo ele o primeiro clube de futebol de Caxias, fundado em 1910), que acabou absorvido pelo Juventude.

    Todos os livros disponíveis na Biblioteca Pública da cidade.

  3. Zezinho diz:

    O mais importante: a participação de LEONEL DE MOURA BRIZOLA nas melhorias de La Jaconera :~~~~~~~~

  4. #2
    Baita dica, Cassio! Tava mesmo comentando sobre a escassez de livros que registrem a história do futebol do interior. Já tá anotado aqui e, na primeira oportunidade que voltar a Caxias, dar uma passada lá na Biblioteca pra conferir isso tudo!

  5. Diogo Cassina diz:

    Baita texto Franco. Perfeito. Abraço.

  6. #2 (again)
    Aliás, Cássio, os livros estão na biblioteca pública mesmo (ali na casa de cultura, em frente à praça) ou no prédio do arquivo histórico, que leva o nome do João Spadari?

  7. Cássio diz:

    #6

    Em ambos, acredito. Mas só posso garantir os da Biblioteca (por que é onde eu trabalho e portanto conheço bem).

    Podes consultar a disponibilidade de títulos e/ou autores por aqui: http://biblio.caxias.rs.gov.br/

  8. Nilo diz:

    Texto ruim, muito extenso e com pouco conteúdo. Abraço!

  9. Gustavo diz:

    Essa fonte de pesquisa que é ruim. O livro do Dr. Francisco Michelin não pode ser considerado um relato da história, apenas como relato do que lembra o Dr. Qualquer dado colocado no livro é facilmente quebrado com uma simples pesquisa em arquivos municipais.

  10. Alfeu diz:

    Tem certeza que tu é da Papada? Tá com cara de gremista enrustido!

  11. #7
    Impossível agradecer mais pela info, Cássio! Sabendo que tu trabalha aí, certamente vou te procurar quando visitar a Biblioteca.

    #8
    Valeu, Nilo! Dr. Google não me forneceu muitos subsídios além do que encontrei nos livros. Mas se achar mais sobre o tema por aí, linka pra gente. Será um prazer recebermos tua contribuição!

    #9
    Esse é o problema da falta de bibliografia sobre o futebol de nossos clubes, Gustavo. A dica do Cássio será aproveitada e certamente, em caso de equívocos históricos, o texto será atualizado e até mesmo enriquecido.

    #10
    Baita colaboração, Alfie! Deve ser em papos como tu que o Ju se espelhou desde 2007. Tem coisas que se explicam por si só.

  12. Maurício Klaser diz:

    O importante é que o Jaconi ainda não virou PRÉDIO

  13. Cássio diz:

    Franco (e demais caxienses e interessados), visite(m) a biblioteca. E, precisando de ajuda, solicite.

    Não sei se é o mesmo que comentou aí em cima, mas tem um sujeito chamado Gustavo Côrtes que pesquisa e escreve sobre os clubes de Caxias. Ele já publicou o “Clássico Ca-Ju: paixão e rivalidade” (2008) e “Almanaque do Juventude” (2011), um livro com vários dados históricos (acho que focado na era Parmalat, mas tbm não tenho bem certeza). Sei que está preparando um livro do Caxias (http://www.sercaxias.com.br/detalhe-noticia.php?noticiaId=2806).

    Do mesmo Francisco Michielin que escreveu sobre o Juventude, tem um outro livro, que também temos na Biblioteca Pública de Caxias do Sul, chamado “Uma vez para sempre” (2009) que é sobre o campeonato gaúcho vencido pelo Renner e pelo que lembro menciona alguns fatos relacionados aos times daqui.

    Bom, os livros que eu recomendei, do João Spadari Adami, não são só sobre futebol, são sobre a história da cidade em geral, incluindo aí o futebol, em alguns momentos. Sei que ele não era historiador profissional, então é bem provável que tenha escrito mais o que lembrava do que baseando-se em documentos históricos. De qualquer forma, acho que já vale pelo menos como curiosidade. Num dos livros tem essa história de uma gurizada que, em 1910, fundou um clube de futebol chamado Ideal e jogavam onde conseguiam campo. Também promoviam bailes, eventualmente. Adiantando o fim da história: ali por 1913 (em outubro, eu acho) esse grupo foi incorporado ao nascente Esporte Clube Juventude. Como só havia 1º e 2º quadros no Ju, esse pessoal do clube Ideal foi absorvido como os “filhótes” [sic], que (pelo que se entende do livro) eram as categorias de base.

  14. Franco Garibaldi diz:

    Com certeza, Cássio. Assim que tiver oportunidade darei uma conferida em toda bibliografia do João Adami.

    Isso, o Gustavo Côrtes é carioca, casado com uma caxiense. Tenho o Almanaque do Juventude, focado na fase Parmalat, escrito por ele, inclusive tendo participado do ‘crowdfunding’ para que ele fosse editado, e tá trabalhando nesse do Caxias também agora.

    Então esse pessoal do Ideal acabou sendo todo incorporado ao Juventude, ou apenas a gurizada menor, nessa espécie de base?

    Abraço!

  15. Cássio diz:

    Olha, Franco, pelo que entendi todo mundo desse clube era uma “gurizada menor”.
    Pelo que se entende do texto, era um clube de gurizada (ali pelos 15 anos, idade mencionada para algum dos jogadores citados).
    Tiveram que fazer calções de sacos de pano (e esse traje virou atração numa época onde não se costumava andar de ‘calças-curtas’ em Caxias do Sul), por que não tinham dinheiro pra comprar coisa melhor e se pedissem para os pais certamente não ganhariam nada. Isso tudo tá escrito, só que em outras palavras.

    Imagino que na parte urbana da Caxias de 1910 não houvesse maiores distrações pra juventude e o pessoal ia fundando clubes. Interpretando um pouco mais, deduzo que o que hoje seria um grupo de pelada (ou de bocha), os caras chamavam de clube e registravam de alguma forma. O livro faz menção a vários clubes surgidos nessa época (década de 1910) que tiveram que mudar de nome por já haver registrado na cidade outro clube homônimo.

  16. Rodrigo Rossi diz:

    Belo texto! Parabéns!

  17. #15

    Pois é, pelo que tu falou antes, também imaginei que fosse algo assim, um grupo de pelada com aquela formalidade da época. Fiquei curioso mesmo pra ler os relatos do Adami, pois sempre tive a impressão que o futebol, em sua origem no país, fosse algo mais dos adultos, mesmo que jovens, não algo já praticado pela gurizada menor diretamente. Valeu mais uma vez, Cássio!

  18. Edson diz:

    Meu primeiro jogo na vida assisti naquele pavilhão de madeira no final dos anos 60 com 5 ou 6 anos de idade. O primeiro jogo a gente nunca esquece.
    Vamo meu Ju tu voltará a ser grande.

  19. Pingback: Cem anos que mais pareceram trinta e seis | Toda Cancha

  20. Lucas Luzzato diz:

    Exceto com pouquíssimas correções a fazer no álbum dos 100 anos do Juventude credito que o trabalho do Sr. Francisco Michielin foi digno de muito trabalho e pesquisa e que muito ao contrário do que escreveu o Gustavo do #9 as fontes do livro são verídicas e tem validação histórica. Já não vejo a mesma veracidade por exemplo nas estatísticas do livro do Gustavo Cortes sobre os clássico ca- JU quando esse autor deixou simplesmente de computar pelo menos 8 vitórias a mais para o Juventude.

  21. francisco michielin diz:

    Antes de mais tudo, é preciso se enaltecer a existência desse blog. Só assim se consegue divulgar o futebol do interior gaúcho. De minha parte, que não me intitulo um “pesquisador” (aliás, nem sei como alguns assim se autodenominam…), procuro contar histórias verídicas e respaldadas por pessoas que as vivenciaram. Para fazer o livro “Assim na Terra como no Céu” passei mais de dois anos envolvido com pesquisas – sem ser pesquisador. Acessei tudo o que foi possível, inclusive fora de Caxias do Sul. Ninguém tem a pretensão de escrever até esgotar o tema. Isso não existe. Procurei fazer pelo meu clube e em nome das tradições que não podem ser apagadas. Agradeço a todas as manifestações. Só gostaria de saber e entrar em contato com o “Gustavo” porque acho que ele se equivocou em algumas das suas considerações. Quem é esse Gustavo mesmo? Estou às ordens.
    Francisco Michielin

  22. Ahron diz:

    Ne3o posso acreditar que esse cara tem a croegam de colocar os pe9s em Caxias de novo, alegou que sua famedlia havia seido ameae7ada aqui, como se aqui fossemos um bando de marginas, sf3 a diree7e3o di ju mesmo pra aprontar uma dessas ne3o sf3 com a torcida do ju, mas tb com a comunidade de Caxias, eu so um cara que vou a todos os jogos do Ju, mas enquanto tiver esse palhae7o aed eu naf5 vou mais e fae7o queste3o de incentivar meus amigos a boicotar esse circo que o guiotti armou, e quanto ao Carlos Moraes, eles ve3o sentir quando rlr for pra Caxias e ganhar deles, ne3o que essa seja a minha vontade mas isso je1 aconteceu antes com o prf3prio mano menezes

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