Campeonato Gaúcho Série A2 – Parte I

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Está chegando no bolicho o maior campeonato possível, sim, a eterna SEGUNDONA GAÚCHA. Sob a égide da pós-modernidade (ns), em 2013 o arranca toco pampeano traz na mala de garupa o codinome Série A2. No próximo sábado o porongo já rolará pelos pampas na primeira rodada da segundona. A seguir adentramos nos pormenores do certame, começando pelos clubes e associações que integram o grupo A da QUERMESSE.

À moda do TARSÃO 2013 e, portanto, também fortemente inspirado no torneio da terra FLUMINENSE, o certame reunirá 16 equipes distribuídas em dois grupos de 8 cada, com jogos em dois turnos. A primeira dança no baile do Sapucay guarda confrontos entre os grupos e os dois melhores de cada chave disputam o mata-mata das semifinais e da final do turno. Já no segundo turno, os combates acontecem entre os quadros de mesma chave e os QUATRO melhores pontuadores de cada grupo se enfrentam no mata-mata que perdura das quartas-de-final até a finalíssima.

A Série A2 oferece três vagas para o COSTELÃO 2014, das quais duas serão franqueadas aos campeões de cada turno, que, se forem distintos, também disputam o caneco do entrevero. A terceira passagem rumo à elite sairá da disputa entre os vice-campeões de cada turno e caso a mesma equipe seja vice nos dois turnos, será decidida em mata-mata entre esta e o melhor quadro da classificação geral sem vaga. Ainda, se o mesmo clube PATROLAR a competição e vencer os dois turnos, as duas vagas restantes serão disputadas entre as quatro equipes com melhor colocação na classificação geral, em jogos de ida e volta. Ao inferno descerão os três conjuntos de pior campanha na classificação geral. Apenas estarão inumes campeão e vice da Série A2.

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C.E. AIMORÉ

O Aimoré vai para a disputa da Divisão de Acesso do CUPINZÃO 2013 sonhando alto. O Índio Capilé, após copar de ponta a ponta a SEGUNDONA 2012, almeja uma das três vagas na ELITE do futebol pampeano. Para tal, permaneceram no Cristo Rei o técnico Gelson Conte, além de figurinhas carimbadas como Alex, Jésum, Luis Henrique e Japa.

Entre as contratações, destaque para o arqueiro Rafael, o lateral Fábio Rodighero e, principalmente, RODRIGÃO. Além destes ADENDOS, o que mais empolga o torcedor alvi-azul é a mobilização da comunidade leopoldense em torno do clube. Como há muito não se via, as pessoas estão se associando e as camisas do Cacique da Taba predominam nas ruas perante àquelas JAQUETAS dos times da capital.

Time-base: Rafael; Luanderson, Jésum, Luis Henrique e Fábio Rodighero; Marquinho, Ian, Alex e Erlando (Éder); Japa e Rodrigão. Técnico: Gelson Conte.

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E.C. AVENIDA

2013 prometia ser o ano da consagração do Avenida, afinal, seria o ano do início da obra de uma arena multiuso para mais de 30 mil lugares no local do Estádio dos Eucaliptos. Porém, como já era de se esperar, a história não passou de uma falcatrua de Philomeno Gomes, empresário cearense do CLÃ que manda no estado há anos, que pulou fora do negócio por conta de uma velha dívida do clube – que não representava nada perto do investimento monstruoso que envolveria o projeto – que teve uma das arquibancadas empenhada como garantia de pagamento da mesma.

Envolto por muito tempo nesse delírio, o Avenida acabou de mãos abanando e chegou a cogitar publicamente não participar da competição por falta de apoio financeiro, sendo inclusive uma das equipes que só garantiu sua presença após a data limite estabelecida. Porém, o clube confirmou a sua participação na sua primeira Divisão de Acesso após o rebaixamento de 2012 e montou um elenco experiente para a competição, contando com o retorno de jogadores que garantiram o ASCENSO ao Periquito há dois anos.

Entre os atletas, destacam-se ao grande público o volante Nunes, ex-Grêmio, além do volante Carlos Alberto e o meia Alexandre, que retornam ao clube após campanhas anteriores. Além deles, os verdes também contarão com o volante-zagueiro brasileiro Rincón, que integra a seleção nacional de GUINÉ EQUATORIAL. A esquadra será comandada pelo eterno apaixonado por CUCAS Hélio Vieira, que volta e meia aparece pelas casamatas de Santa Cruz do Sul e já emplacará a sua QUARTA passagem pelo Avenida.

Time-base: Daniel; Luiz Fernando, Rincón, Marciel e Willian Ribeiro; Carlos Alberto, Nunes, Luiz André e Alexandre; Lucas Podadeiro e Danilo Martins. Técnico: Hélio Vieira.

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S.E.R.C BRASIL

O rubro-verde das Castanheiras inicia seus afazeres na Divisão de Acesso com bem menos STATUS do que nos anos anteriores. O clube presidido por Flávio CORTIANA só obteve as garantias financeiras para adentrar na disputa nos últimos instantes possíveis, em virtude de uma pendência na liberação de cerca de 500 mil DILMAS, por parte da Câmara de Vereadores de Farroupilha, para o DRAGÃO da Serra.

Com o lado financeiro resolvido, o Brasil tratou de buscar o ex-zagueiro Régis Amarante para assumir o comando técnico do time. Junto com ele chegou o também ex-jogador Vinícius para ser seu auxiliar. O mais BACANA disso é que durante a pré-temporada, o time pareceu ser comandado por dois técnicos diferentes, um que manda atacar e o outro que ordena para seus atletas recuarem. Magnífico.

Na pré-temporada o que pode ser observado é que se trata de um time de muita pegada e força, mas que ainda carece de melhor conjunto. Tanto que a equipe alternou demais nas partidas contra Glória e Aimoré, ambas acabaram com o resultado de empate.

Na BOLEIRADA, Tiago Machado, ex-Caxias, e Cristiano Tiririca têm tido bons desempenhos nos treinos e amistosos. Destacam-se também, até aqui, Odair, Rodrigo Gaúcho e Ruy Netto. Sem contar a expectativa em torno dos recém-chegados Miro Bahia e Edinho Recife.  O clima é de muitas incertezas, em uma primeira olhada, parece que ficar na A-2 será o foco e, num segundo momento, o que vier é lucro.

Time-base: Carlão; Tiago Machado, Héberson, Roger e Wanderson; Alexandre, Rodrigo Gaúcho, Odair e Miro Bahia; Cristiano Tiririca e Edinho Recife. Técnico: Régis Amarante.

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G.A. FARROUPILHA

Em busca de “algo a mais”. Esse é o discurso oficial do Grêmio Atlético Farroupilha para o ano de 2013, depois de evitar o rebaixamento para a Terceira Divisão aca “Segundona” nos últimos dois anos. Para que isso seja possível, a direção agiu rápido e apresentou, ainda no dezembro último, a comissão técnica capitaneada pelo já conhecido dos tricolores Luizinho Vieira.

A montagem do time obedece aos padrões tradicionais dos últimos anos: apostas em atletas com passagem pela dupla Bra-Pel somados a alguns remanescentes de temporadas anteriores no Nicolau Fico. Mas também há contratações que vão de encontro ao paradigma citado, como o atacante Juliano – destacado por boas atuações com a camisa do São Paulo-RG, o lateral-esquerdo Juca – estava disputando a Série A com o Veranópolis – e o meia parônimo de astro musical Braem Adams – contratação indicada por Luizinho, que trabalhou com o jogador em Santa Catarina.

O Farrapo realizou três amistosos em uma semana, com níveis de exigências drasticamente distintos: encarou o Pelotas na Boca do Lobo e teve dois embates frente a seleções amadoras de cidades vizinhas. O primeiro deles foi realizado em Pedro Osório, onde os reservas fragatenses bateram os donos da casa por 2 a 1 em 43 minutos. O segundo tempo, onde estreariam os titulares, não foi realizado devido a uma briga protagonizada por Pablo, um guri pedro-osoriense que estava sendo o nome do jogo mas ficou de cabeça quente e partiu pra cima dos adversários.

Na quarta-feira seguinte aconteceu o Far-Pel no estádio da Avenida Bento Gonçalves. O Farroupilha teve a iniciativa e dominou o jogo no primeiro tempo, fazendo 1 a 0 que ficou até barato para os áureo-cerúleos. No segundo tempo, prevaleceu o preparo físico de quem está jogando desde janeiro e o Lobo chegou ao empate, que ficou de bom tamanho. Quatro dias depois, após algumas indefinições por dificuldades para encontrar adversários, a esquadra tricolor fez sua primeira partida em casa e subjugou a frágil Seleção de Canguçu, num enganoso 4 a 0.

Os resultados dos jogos preparatórios por um lado animaram a torcida, mas também serviram para evidenciar dois problemas: a queda de rendimento físico do time no segundo tempo e o mal estado do gramado do Nicolau Fico, em oposição a 2012. Apesar dos discursos ambiciosos e um tanto ufanistas da diretoria, seria uma irresponsabilidade negar que a manutenção na Divisão de Acesso para 2014 é o objetivo principal.

Time-base: Fabiano; Pedro Júnior, Uillian Nicolleti, Claiton e Juca; Carlão, Dione, Wagner Rincón e Braem Adams; Juliano e Anderson Catatau. Técnico: Luizinho Vieira.

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S.E.R. PANAMBI

O ano começou peleado para a SER Panambi. O clube foi o último entre os clubes da Divisão de Acesso a formalizar sua inscrição junto à Federação Gaúcha de Futebol. Um número muito grande de bate-bocas atrasou a votação para a diretoria, que foi acolherada às pressas. As verbas advindas da Prefeitura demoraram. O elenco teve dificuldades em ser montado. Porém, apesar dos trancos e barrancos, a alviverde vai para a cancha com vontade de fazer campanha.

Cá entre os tertulianos, a ambição da SER é permanecer na divisão intermediária do futebol pampeano. Atualmente, não há nomes de grande destaque no elenco. O nome mais conhecido é o do treinador Nestor Simionato, com passagens por Grêmio, Brasil de Pelotas e outras equipes de grande relevância no futebol gaúcho. O elenco utilizado para a pré-temporada conta com cerca de 30 atletas, sendo que o time tem preferido formações com três atacantes, aproximando-se dos meias. Porém, o treinador não conseguiu definir um time titular, constantemente alterando e fazendo experimentações para buscar um estilo de jogo diferente do que ocorreu ano passado, quando a alviverde nem passou da primeira fase.

Os amistosos desta pré-temporada também não foram muito animadores. A vitória por 8 a 0 contra um vigoroso um vigoroso combinado de Pejuçara deu um ânimo na torcida. Contudo, os resultados posteriores micharam a massa. O time de juniores do São Luiz de Ijuí deu uma cossa futebolística na SER e, milagrosamente, o jogo acabou em 1 a 1. Em casa, a SER decepcionou contra o Santo Ângelo e empatou: 2 a 2. Nenhuma derrota, porém nenhuma grande expectativa. Creio que a grande ambição panambiense seja mesmo permanecer na segundona e quiçá abocanhar uma vaga na fase seguinte.

Time base: Diego; Adans (Du), Ilsom (Fernando), João Carlos e Amaral (Tassio); Serginho, André Tereza e Cleberson; Dario, Maranhão (Gunar) e Josimar. Técnico: Nestor Simionato.

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RIOGRANDENSE F.C.

2013 é o ano. Será injusto se não for. O Riograndense traçou todo o caminho para o Acesso antes de começar a segui-lo. Com um planejamento moderado, mas extremamente eficiente, a direção fez um trabalho invejável nesse início de temporada. Montou um elenco qualificado, que vai do PIÁ Lucas, zagueiro de 18 anos, ao experiente (e matador) Rafael Refatti, de 35 anos. São 27 jogadores – uns novos, outros velhos, uns bons, outros nem tanto – com a missão de colocar o Periquito, depois de 34 anos, na Série A do BRIZOLÃO.

Nessas nove semanas de preparação para a Divisão de Acesso: 5 jogos, 3 vitórias, 2 empates e DEZESSENTE gols. Além de Foletti e Refatti, dupla titular de ataque, Tiago Duarte, que está no São Luiz de Ijuí, vai se juntar ao grupo. Problema do técnico Círio Quadros. “Ah, mas um bom time começa por um bom goleiro”. Tudo bem. O uruguaio Yai está sob o arco e tem a confiança do elenco. Até o porongo rolar oficialmente, tudo leva a crer que poderemos mamar nos cochos da elite ano que vem. Dentro de campo, lógico, tudo pode mudar. Mas como já dito: 2013 é o ano.

Time-base: Yai; Anderson, Rangel, Vinicius e Willian; Gudi, Michel, Jeferson Mikimba e Dangelo; Foletti e Rafael Refatti. Técnico: Círio Quadros.

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A.E.R. SANTO ÂNGELO

Com a desistência da Copa RS, o ano passado terminou em junho para a Associação Esportiva e Recreativa Santo Ângelo. O saldo foi a eliminação na segunda fase da Divisão de Acesso, dívidas e dificuldade para eleger nova diretoria. Com novo mandatário, para 2013 a associação apostará na gurizada da base e alguns cascudos para a disputa do antigo Acesso, agora Série A2, todos sob o comando do DT Luciano Corrêa, que fez campanha com o Sapucaiense na Copa do ano passado.

Depois de inúmeras especulações, alguns desacertos e contratos verbais desfeitos, os torcedores do Tricolor das Missões devem se preocupar com o futuro da equipe na competição que se inicia no próximo sábado. O time entrou em campo para dois amistosos preparatórios e começará o certame pampeano com empatite aguda diagnosticada. Primeiro igualou em 1 a 1 com o time sub-20 do Juventude, em Santo Ângelo. Depois protagonizou 2 a 2 frente a SER Panambi, como visitante. Nos dois jogos o quadro missioneiro saiu atrás no placar e a linha defensiva teve problemas com a bola aérea. Além disso, o setor ofensivo não encantou. A meia cancha, se não foi brilhante, pelo menos teve o desempenho ofuscado pela má qualidade dos outros setores. No entanto, a saída de Vandinho – referência técnica e provável capitão do time, que deixou a equipe na boca túnel e deve rumar para a disputa do campeonato mato-grossense pelo Cuiabá, é um problema a mais para a estreia contra o União Frederiquense no estádio da Zona Sul.

Depois da saída de Vandinho, o Tricolor apresentou cinco reforços na semana que precede o início do entrevero, porém, chegaram jogadores sem grandes serviços prestados ao futebol, exceto o experiente artilheiro Delmer, 39 anos, com passagem por Goiás, Ponte Preta, Criciúma, Acadêmica de Portugal e pela SER Caxias, onde notabilizou-se como maior artilheiro da história da squadra grená e ergueu o campeonato gaúcho no já longínquo ano 2000.

O quadro de Santo Ângelo terá de matar um bugio por rodada no campeonato deste ano, com jogos em centros históricos do futebol gaúcho como Erechim, contra os Canários do Alto Uruguai; em Satolep frente ao Brasil e, no turno derradeiro, diante de toda a tribo Capilé no Cristo Rei e opondo-se aos Ferroviários no Coração do Rio Grande. O Presidente Vando Ribeiro e o comandante Luciano Corrêa reconhecem que possíveis percalços virão, seja pela juventude da equipe ou pela limitação técnica imposta pelos parcos recursos disponíveis.

Time-base: Julio Cesar; Alex Silveira, Carlão, Miranda e Gernane; Douglas Tirex, Vinícius Sampaio, Felipinho e Rafinha; Felipe Garcia e Delmer (Alex Espínola). Técnico: Luciano Corrêa.

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S.C. SÃO PAULO

Após um fim de ano turbulento no GARRÃO do Rio Grande, o São Paulo aposta na experiência dentro e fora das quatro linhas para driblar os MEANDROS da Divisão de Acesso e voltar à elite gaudéria. Depois de morrer na 2ª fase do estadual do ano passado e nas quartas-de-final da Copa RS, o Leão da Linha do Parque trouxe jogadores carimbados para não perder preciosos pontos em partidas decisivas.

Em dezembro o clube teve duas baixas importantes na diretoria: Fernando Cardone deixou a presidência do Conselho Deliberativo por divergências com os mandatários do clube – ele também era o médico do rubro-verde – e o presidente Jair Rizzo renunciou ao cargo maior do clube, pois assumiu uma cadeira na Câmara de Vereadores de Rio Grande – Paulo Costa assumiu as rédeas.

No futebol, o mito ALÁDIO foi mantido como gerente de futebol, tal como o técnico RUDI. Ambos se forjaram zagueiros nos potreiros do Estado, chegando a atuarem juntos no Brasil de Pelotas. E a dupla de xerifes de outrora trouxe velhos conhecidos seus para levarem o Leão às glórias: o melhor e mais velho goleiro anão do mundo, Luciano; a eterna promessa da Dupla Gre-Nal, Saraiva; o nômade atacante Sertãozinho; e a esperança maior de gols, Alê Menezes.

Durante a pré-temporada o São Paulo perdeu duas vezes para o Xavante, venceu uma contenda e empatou outra com o Guarany de Camaquã e bateu o G.E. Brasil de Santa Vitória do Palmar. Mas o que mais preocupa a comissão técnica são as seguidas lesões que afetam o já reduzido plantel rubro-verde. Com pouco dinheiro e pouca mão-de-obra será mais um ano duro nas bandas do Aldo Dapuzzo. E os velhinhos é que podem mostrar os atalhos em meio ao pântano.

Time-base: Luciano; Teco, Rodrigo Ramos, Carlão e Rafael Locatelli; Carlos Alberto, Emerson Dantas, Fabia Diniz e Saraiva; Aylon e Alê Menezes. Técnico: Rudi Machado.

Continua…

Aguante!

Equipe Toda Cancha

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6 Respostas a Campeonato Gaúcho Série A2 – Parte I

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  2. Marcos Ceron diz:

    No primeiro turno classifica 2 e no segundo, 4? Tche, te digo que não sabia dessa! Nem faz muito sentido…

  3. matheus2 diz:

    “A Série A2 oferece três vagas para o COSTELÃO 2014, das quais duas serão franqueadas aos campeões de cada turno, que, se forem distintos, também disputam o caneco do entrevero. A terceira passagem rumo à elite sairá da disputa entre os vice-campeões de cada turno e caso a mesma equipe seja vice nos dois turnos, será decidida em mata-mata entre esta e o melhor quadro da classificação geral sem vaga. Ainda, se o mesmo clube PATROLAR a competição e vencer os dois turnos, as duas vagas restantes serão disputadas entre as quatro equipes com melhor colocação na classificação geral, em jogos de ida e volta. Ao inferno descerão os três conjuntos de pior campanha na classificação geral. Apenas estarão inumes campeão e vice da Série A2.”
    Ah, o formulismo! Quantas saudades, meu velho! So faltou um “torneio da morte” turno e returno entre os 13 que nao foram promovidos.

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  5. FernandoH diz:

    Bela foto de abertura e otimo texto. Com poucas excecoes, os times mais tradicionais do interior estao na Segundona (serie A2 e’ o meu pau de oculos).

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