O futuro não é (pode não ser) mais como era antigamente

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Foi mais um domingo daqueles propícios para ir ao estádio, com friozinho e ventinho típico do sul do Estado. No Cel. Silvio Luiz, o BUGRÃO recebeu outro índio, o Aimoré, que também não anda bem das pernas. Tanto que o time leopoldense adentrou a RELVA com três avantes, sendo Japa novamente um FALSO meia transitando entre intermediária e zona do PELIGRO.

Aviso aos navegantes: o jogo terminou empatado em 2 a 2. Resultado justo para os times, na humilde opinião da CANCHEIRA que vos bloga. Interessante é vermos que todos os textos e análises sobre os cinco jogos do Guarany até agora podem começar dizendo que ‘’o time foi superior ao adversário e mesmo assim não conseguiu marcar’’.

Enquanto isso, o conjunto alvi-azul do Vale dos Sinos saiu da ALTANEIRA cidade de Camaquã com a mesmíssima sensação das demais peleias disputadas longe do Cristo Rei. Aquele gostinho de namorar a vitória longe de casa novamente, porém, na hora de envolver a conquista a ponto de trazê-la para POSSUÍ-LA, faltou um QUÊ a mais.

Após estas antecipadas e elucidativas conclusões destes que vos dedilham tortuosas linhas, discorramos acerca do JUEGO. A partida começou às 15h30min. O dono da aldeia começou no ataque, na base da vontade. Entretanto, o primeiro gol da partida veio do lado de lá, dos índios de São Leopoldo (onde já se viu índio alemão, hein?).

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Após troca de passes dos aimoresistas pelo lado direito, a bola foi alçada à área e Da Silva se valeu da indecisão de Gustavo e do arqueiro Rafael Ricci, tendo assim só o trabalho de levar a redonda para as redes. 1 a 0 para o Cacique da Taba.

Depois da marcação do GOLO, o time abençoado por Pe. Reus diminuiu o ritmo e permitiu um certo assanhamento do Guarany. Só que o escrete mandante só fez por consagrar Jésum e Luis Henrique ao cruzar mais de NOVE MIL bolas da intermediária para a área dos capilés. Ao cabo, fomos ao intervalo com a vantagem parcial para a Tribo visitante.

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O técnico Rodrigo Bandeira voltou para o segundo tempo com Rafael Paraíba no lugar de Jeferson Prill e o CÂMBIO se mostrou correto. A movimentação cresceu demais para o Bugre. As ações do princípio do segundo período foram todas dos POMPEIEIROS.

Até que aos 26’, Paraíba percebeu a defesa do Aimoré completamente fora de lugar marcar e deu um passe ARROZADO para Douglas Silva colocar com carinho a PITIÇA no canto de Rafael. Enfim, saía o primeiro gol “camaquense” no campeonato. Tudo igual na Costa Doce.

O gol sofrido acordou o Aimoré e não demorou nem ZEHN minutos para que os comandados de Gélson Conte tomassem a dianteira do marcador de novo.

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O PICA-FUMO Mikael, que fazia sua estreia no time profissional do Índio Capilé, chamou a responsabilidade para si. O guri entrou absolutamente endiabrado, jogando solto, do mesmo modo que o garoto sempre fizera ao atuar na várzea leopoldense. E a estrela do INDIOZINHO da Taba brilhou.

Após cruzamento de Alex, o rapazote dominou a querida e colocou no ângulo do guapo que guarnece as cores do Bugre. 2 a 1 para o time do lesionado RODRIGÃO, tudo ajeitado para a primeira vitória fora de casa, certo? Errado!

Mais seis minutinhos e, depois da cobrança de escanteio à meia altura (nota feita pelo cancheiro capilé: um absurdo que nenhum ser BÍPEDE do Pavilhão leopoldense tenha agido com BRIOS para se meter nessa jogada e chutado essa bola para dentro de uma lagoa de ARAMBARÉ), Índio acertou um voleio na entrada da área e mandou a graciosa na gaveta da goleira defendida pelo MELÊNICO Rafael. Os bravos e combalidos guerreiros estavam iguais no placar novamente.

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Alguns instantes adiante e Gabriel invadiu a área dos tribais donos da terra. Era a bola da vitória, mas o camisa DEZ do Aimoré chutou a bola em cima do portero da cidadela azul COSTEIRA. Ainda houve tempo para um que outro chutão em direção à ZONA DOS PRAZERES dos campos ofensivos, mas nada que alterasse a igualdade de dois gols na caderneta do quarto árbitro.

“O time pressionou mas não conseguiu sair do empate”. Mais uma vez (leia isso em tom de desanimo). Esse foi o tom das manifestações dos comandados de Rodrigo FLAG na CANCHA, em Camaquã, na prosa pós-jogo.

Já pelo lado dos que andam de Trensurb, ficaram como boas situações tanto a estreia promissora de Mikael quanto a melhora notável no preparo físico do time. Só que Gélson Conte cobrou duramente mais atenção de todo o plantel e salientou que a pegada precisa mudar ÁVIDAMENTE para que se possa obter uma reação rápida no GRILLZÃO 2013. Pois o Aimoré é o lanterna da Chave A com apenas 4 pontos. E só não está na zona de descenso pelos critérios de desempate. Oremos.

Ainda falando no DT oriundo da VILA FÃO, é sabido na terra dos alemães que se o resultado positivo e ALENTADOR não vier já no próximo domingo contra o Internacional de Santa Maria, as coisas complicarão e muito para o treinador predileto de CAROLA, a dominicana. Em caso de insucesso, a tendência é que mudanças ocorram, sobretudo que este jogo ocorrerá dentro dos domínios BARRANQUEIROS.

O Guarany sai desta quinta rodada com 2 pontos. Está em 7º no Grupo B. É o penúltimo na classificação geral, ou seja, o Bugrão zona de rebaixamento. O próximo jogo será no domingo, em Rio Grande, contra um dos líderes da Chave A, o São Paulo, às 15h30min.

Tentando sair do discurso “jogou bem, mas o gol não saiu”, a direção do Guarany apresentou dois reforços na manhã de terça-feira. O zagueiro Gustavo Costa de Castro, de 28 anos, e o volante Jonas Lima da Silva, de 26 anos. Os dois jogadores estavam no Canoas e devem enfrentar o Leão do Parque na próxima rodada. Ainda acho que falta um centroavante, mas eu sou apenas uma guria latino-americana…

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O Aimoré, por sua vez, aguarda o desfecho dos PLAYOFFS da Taça Farroupilha do COSTELÃO para ir ao BRECHÓ. Alguns nomes já foram especulados, o que mais se destaca dentre eles é o de Marcos Paraná. Será que as sacadas de São Léo aguentam um jovem dessa estirpe? (ns).

Sou defensor de que o Índio Capilé deve URGENTEMENTE contratar. Não temos um camisa 10 confiável, precisamos de uma alternativa para o Gian na lateral-direita e mais um atacante de lado que seja LEVIANO. O Faísca, do Estrelado, me serve.

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Não adianta ter toda essa POMPA que o Aimoré vem jactando aos quatro cantos se a bola não DEFLORA as redes adversárias. Há estrutura, a GUAIACA da tigrada está preenchida e se os camaradas não querem ou não conseguem render, a passagem para a Estação Mercado ou um vale para um Citral até SAPIRANGA são por minha conta, sob pena do clube de Mengálvio retornar às TREVAS da Segundona. O aviso está dado e quem tem, tem medo. Quem já esteve lá e levou ESPETADA na terra do Brizola, tem mais ainda.

Ficha Técnica:

Local: Estádio Coronel Sílvio Luiz – Camaquã/RS.

Arbitragem: Daniel Soder, auxiliado por Alduíno Mocelin e Júlio César Rodrigues.

Cartões Amarelos: Jéferson, Alan e Rafael Paraíba (Guarany); Da Silva e Marquinhos (Aimoré).

Escalações:

Guarany: Rafael Rocci, Alex Pereira (Guilherme Hoffmann), Gustavo, Alan e Kairo; Índio, Junior, Jéferson Prill (Rafael Paraíba) e Douglas Silva; Flaviano (Jéfinho) e Maceió. Técnico: Rodrigo Bandeira.

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Aimoré: Rafael, Gian, Jésum, Luis Henrique e Alex (Fábio); Toto, Marquinhos, Gabriel e Japa (Ian); Da Silva (Mikael) e Maicon Santana

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Com mais esperança do que nunca de um lado e lamuriando longamente do outro, respectivamente,

Fernanda Ferrão e Natan Dalprá Rodrigues.

(as fotos são do blog juares69.blogspot.com e do SÍTIO indiocapile.com.br)

Publicado em Aimoré, Divisão de Acesso 2013, Guarany de Camaquã com as tags , , , , , , , . ligação permanente.

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