Pouco, pouquíssimo, pouquississíssimo

noticia_1378166649image

Para que festas e/ou descanso do trabalhador? Essa indagação deve ser o lema da FGF, que fez do fim de semana do torcedor aimoresista, um MANANCIAL de jogos. Seguindo a linha de fazer o pior planejamento de datas do universo, a entidade máxima do futebol da aldeia fez com que tivéssemos jogo nos embalos de sexta à noite e, em menos de 48 horas de intervalo, uma partida no domingo à tarde.

Rememorando para tu que estavas visitando os familiares em, sei lá, ROCA SALES. No último dia útil da semana que passou, 15 de Novembro e Aimoré se enfrentaram em, vejem só, jogo REMARCADO da Copa Metropolitana 2013. A vitória Índia foi garantida logo no começo da briga de foice, digo partida, com golo anotado pelo avante Lucas Silva.

Foi uma disputa marcada por inúmeras chances criadas por ambas as esquadras. Os guarda-valas GOTT e Rafael saíram como grandes figura do relvado. Inclusive, o germânico arqueiro da terra das CICLOVIAS tentou ainda emular um centroavante nos instantes finais do jogo e quase obteve êxito em sua incursão. O PARCO rendimento alviazul foi novamente preocupante.

DSC_0006

Na dominguera nublada, saímos em comboio capilé rumo ao Estádio Passo D’Areia para acompanhar o confronto contra o São José. Se, em Campo Bom, novamente o técnico Gilmar Iser promovou seu 3-5-2 predileto. Para o MATCH que foi realizdo no CARPETÃO, sua proposta era de um 4-4-2 , com o zagueiro Rogério deslocado para a lateral direita.

Apesar dos pesares, o barco ainda flutuou em Campo Bom. Ao menos, o Índio conseguiu criar chances, tocar bola. Em Porto Alegre, o que se viu foi um primeiro tempo, especialmente, de HORROR. Desorganizado, sem pegada, ver o time que vestia branco trocar TRÊS passes foi um mero devaneio.

Mas fazendo uma análise fria, tão gélida quanto é o coração das mulheres,  talvez o desempenho aceitável da sexta-feira tenha ocorrido mais pela falta de qualidade do atual time QUINZISTA do que por grandes méritos do time de San leo. Contra o melhor postado e mais organizado São José, a vaquinha foi ao brejo…Aliás, desde a confirmação do reingresso do clube à ELITE do futebol da província que as coisas não FONUNCIAM muito bem dentro das quatro linhas.

A principal alteração baixa sentida para o jogo no Estádio dos Compacts Discs foi a substituição de Lucas Silva, que teria sentido uma lesão e foi feita a opção de poupá-lo visando o clássico de logo mais. Maxwall ficou isolado no ataque.

Na primeira parte do jogo, o Aimoré não criou, produziu ou gerou NADA. O primeiro chute a gol da equipe foi aos 43′, quando Almir, que mandou apenas parte de seu próprio EU para o Vale dos Sinos. O restante ficou em Erechim, se o Álisson ou o Kochhann quiserem, aceitamos o envio.

Antes disso, domínio total do São José, o MALA Felipe Guedes, que joga bola e enche o saco do juiz e dos adversários na mesma proporção tinha iniciado duas jogadas perigosas. Na primeira, Arthur bateu rasteiro e Rafael operou um milagre. Na segunda oportunidade, Rafinha apanhou a sobra de uma das 19835 bolas que Luis Henrique afastou da área e acertou o travessão.

Nos acréscimos, o LISO Rafinha bateu falta da direita e Felipe Guedes, tinha que ser esta criança, desviou para o fundo do gol.  1 a 0. Assim terminou a primeira fatia do jogo. No intervalo, pude constatar que em termos de TORCIDA, estávamos em maior número. Cerca de 25, pois excetuando a galera que fica atrás da goleira do ginásio do ZECA, os demais que estavam nas cadeiras eram empresários ou treinadores URUBUSERVANDO.

Para a segunda etapa, o TIO Iser colocou Moacir, Douglas Mã e João Paulo, este tinha entrado no fim da primeira etapa no lugar de Luanderson, na equipe. E depois da CARRASPANA dada na boleirada, houve uma melhora na boa vontade geral. Faísca, que estava APAGADO, acordou e fez bom passe para Moacir. O garoto cruzou, Fernando afastou mal e MAXWALL soltou o pé de bate pronto. A bola morreu no fundo da rede do guapo ZEQUINHISTA. Tudo igual no CARPETE.

noticia_1378166648image

Depois, o Índio Capilé, mesmo com toda a garotada em campo, se encolheu. Havia boa vontade nos ÍNDIOZINHOS, mas pouca efetividade. Rafael voltou a utilizar sua força de SANSÃO e operou grande defesa, em arremate de Rafinha.

Os leopoldenses faziam de tudo para sair com o empate, mas não contavam com a perna direita de Róbson, que aproveitou uma CHUPADA DE BALA enorme da zaga capilé e bateu forte sem chance para o guapo que vestia um uniforme preto. E este tento deu números finais ao jogo. São José 2 x 1 Aimoré.

Com os demais resultados, o clube da terra do Padre Reus precisa vencer seus dois últimos jogos, que serão disputados no seu próprio estádio que permanece azul e branco, contra o Novo Hamburgo e contra o Grêmio. O primeiro jogo é na noite de hoje, às 20 horas, revivendo o TRADICIONAL Clássico do Vale. O de logo mais é o número 76. Aliás, tem até dirigente do clube anilado falando coisas sadias para o jogo. Só lembro a ele que quem fala o que quer…

158

Mas rivalidade do Vale dos Sinos à parte, pelo POUCO ludopédio mostrado até aqui, o qual exacerbei no título deste texto, confesso que não vejo muita perspectiva para o Aimoré nesse segundo semestre. E a desconfiança do que poderemos almejar no TARSÃO do ano que vem é bem grande. Aguardemos.

Mística barranqueira, por favor, apareça!

Natan Dalprá Rodrigues

(As fotos são de Néia Dutra para o jornalvs.com.br, do cancheiro Cássios Diogo Schaab e do sítio www.saojose.net)

Publicado em 15 de Novembro, Aimoré, Copa Metropolitana, São José com as tags , , , , , , , . ligação permanente.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *