“Alô, teste?! Alô, som?! Testando. Testando.”

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Quinta-feira, 15 horas, tarde de duelo na Rainha da Fronteira: Grêmio Esportivo BAGÉ, com dois jogos e duas derrotas (ATÉ ENTÃO) nesta tal “Copinha”, recebeu – em sua “humilde residência” – a equipe que trazia na bagagem uma vitória e um empate, além, é claro, de sua fiel e louca torcida, Grêmio Esportivo BRASIL.

Com um enxame de torcedores desfalcado, visto que o trabalho da colmeia não para em pleno dia de semana, o grupo jalde-negro, apesar de acumular a terceira derrota nesta competição, apresentando muita raça (o que aqui pela Fronteira é VANGLORIADO) e vontade, conseguiu conquistar o agrado dos poucos que ali estavam.

Inovando o seu esquema tático, e afim de testar novas possibilidades para o returno da segundona, o “prof.” Badico mandou pra campo uma equipe no formato 4-4-2. Tirou um dos seus três volantes e apostou em 2 meias.

Acontece que, não por culpa do esquema, o cronômetro mal tinha começado a andar, quando aos 2 minutos, numa falha jalde-negra e num “ENTRA-NÃO-ENTRA” da bola, o placar abriu. Apesar do choque a equipe jalde-negra não se abateu. Poucos minutos depois, acredito que uns 6, Kesler, numa jogada da grande dupla Fernandinho e Matão, mandou a redonda pra dentro do gol. “Sóóóó” que, como felicidade de último colocado dura pouco… ANULADO! IMPEDIDO! JÁ ERA! (o que eu discordo! Mas tudo bem.)

Ainda no inicio do primeiro tempo, Matão-e-seus-2metros-de-coxas acabou lesionando o joelho e teve de ser substituído por Tainã. O embate seguiu com algumas ótimas defesas da zaga bageense e algumas finalizações que fizeram Fernando trabalhar. Do outro lado do campo, com chutes de longíssima distância de Kesler e Pedro Jr., o aniversariante do dia – abre parênteses, que até ganhou um “parabéns a você” da Xavantada ao final do jogo, fecha parênteses – Luiz Muller – também não ficou parado.

Com um resultado não muito positivo nesta metade de jogo, num esquema que não convenceu, “prof.” Badico altera a equipe ainda no vestiário. Sai Alex e entra Dieisson; sai Fernandinho e entra o queridão-da-torcida-Aguinaldo; o esquema volta a ser o já entrosado 3-5-2 dos jogos anteriores.

Nossos jalde-negros voltaram a campo bem mais determinados. Desde o inicio da etapa complementar, mostraram que iam calar os críticos que por ventura estavam ali. Com garra até por dentro dos olhos, e um espírito de que nada estava perdido, os guerreiros fizeram de tudo – teve até “neguinho” jogando com o pé quebrado (Heberson – que se ficar afastado, será um BAITA desfalque!).

Porém, apesar de estarem fazendo bonito “meeesmo”, o placar ampliou aos 11 minutos. Numa cobrança de escanteio, Wilian Kozlowski colocou a bola lá no fundo. A resposta veio também num escanteio. Diego Rocha, de cabeça, descontou. Depois disso teve quase gol de Pedro Jr., quase gol de Wesley, quase gol de Akái. E uma penalidade máxima (ou seria outro quase?!), a favor do Bagé, é claro, que NÃO FOI MARCADA! Quase. Quase. Quase.

Mesmo com um segundo tempo muito bom, às 16:52, o árbitro dá o apito final, o que decreta nossa terceira derrota dos três jogos disputados. “Maaaasss”, como esperança é a última que morre, e como os resultados nos deram uma aliviada, domingo tem mais peleia pra estas bandas de cá. Avante e adiante!

Na espera do próximo capítulo (e daquela ajudinha do São Paulo),

Luísi Ribeiro.

Publicado em Bagé, Brasil de Pelotas, Campeonato Regional, Copa FGF 2013, Grêmio Bagé. ligação permanente.

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