Clássico TA-TU de muita marcação e de placar zerado

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É verdade que não EMPOLGOU. Mas clássico tem disso, e o TA-TU não foge a regra nesse quesito, em muitas ocasiões. 

Mesmo já estando na Divisão de Acesso de 2014, o Índio Tupi valorizou o confronto, jogando com muita DISPOSIÇÃO e sendo mais uma vez apoiado por sua brava torcida, que mesmo em uma quarta-feira, achou uma brecha pra acompanhar o esporte bretão. Não posso deixar de destacar a EXCELENTE presença da torcida taqueana, que rumou para Crissiumal e apoiou do início ao fim.

O jogo

O Três Passos fez talvez aquilo que poucos queriam, mas que todos deveriam imaginar que Jair Galvão faria. Entrou RESGUARDADO, sabendo que os resultados da noite anterior lhe beneficiavam, e que um empate já estaria de bom tamanho.

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O primeiro tempo foi de muita PEGADA, muita marcação, mas quase NULA inspiração. Uma partida ainda mais dificultada pelas condições cada vez mais desgastadas do gramado do Estádio Rubro-Negro.

Na segunda etapa, as duas equipes voltaram dispostas a pelo menos dar EMOÇÃO ao clássico. E conseguiram. O jogo ganhou em movimentação e em chances desperdiçadas.

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O TAC chegava forte com Deivid, mas principalmente com Josimar, que ficou no banco na primeira etapa, mas que entrou em campo querendo mostrar serviço. Porém, eles encontraram o goleiro Josemar, do Tupi, novamente em uma tarde INSPIRADA.

O Tupi não deixava por menos e respondia com rápidas jogadas pelos FLANCOS, aproveitando-se da grande movimentação do meia Bruno Flores e dos INCANSÁVEIS Robson e Cleberson. O rubro-negro criou chances mas parou na atuação segura do goleiro Jair, que retomou a titularidade no clássico. Quando não era Jair, era a falta de uma maior estatura que dificultava a vida do Tupi para as conclusões.

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Aos 30 minutos da etapa final ocorreu o lance polêmico do jogo. O goleiro Jair abafou nos pés do volante Robson uma chance clara de gol. O jogador do Tupi caiu e a reclamação foi grande pela marcação da PENALIDADE. E como clássico que se preze necessita pelo menos de uma confusão, o empurra-empurra se estabeleceu, pois o TAC, ao mesmo tempo, pedia cartão amarelo para Robson, por simulação.

O árbitro assinalou apenas escanteio, chamou os brigões, conversou, gesticulou, não distribuiu cartões e o jogo recomeçou, pelo menos cinco minutos após o início do tumulto.

No fim, as duas equipes ainda tentaram algumas PARCAS estocadas, mas o placar ficou mesmo zerado. O TAC e Jair Galvão, de certa maneira, alcançavam seus objetivos.

Próxima rodada

O Tupi segue sem perder para o TAC desde 2005, e o TAC segue na liderança isolada do Grupo-B, agora com 10 pontos ganhos, podendo garantir essa posição se vencer o Vovô Rio Grande, domingo, em casa, às 15h30min, no Estádio Luiz de Medeiros, onde não vem tomando conhecimento dos adversários.

Já o Tupi volta a campo também domingo, no mesmo horário, novamente em Crissiumal, quando enfrenta o Bagé.

Ficha técnica:

Tupi (0): Josemar; Sampaio, Caçapa, Saulo e Sander; Amaral, Robson, Bruno e Giovani; Juninho (Anderson) e Cleberson.Téc: Paulo Henrique Marques.

TAC (0): Jair; Rossi, Nicoletti, Gonçalves e Luiz Henrique; Marcão (Talheimer), André Tereza, Wagner e Deivid; Alexandre (Josimar) e Fábio Buda. Téc: Jair Galvão.

Arbitragem: Ilton Marcos de Souza, auxiliado por Vagner da Luz e Alexis Raber.

Diretamente do Celeiro do Estado do Rio Grande do Sul…

Vini Araujo

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Um comentário em Clássico TA-TU de muita marcação e de placar zerado

  1. Emanuel Mattos diz:

    Bela crônica de um jogo. Abraço.

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