É clichê, eu sei, mas de virada é mais gostoso!

foto2279-g Dois dias após o jogo que valia o “AINDA RESPIRAR” na fase classificatória do buraco negro do Gauchão, o jalde-negro de Bagé adentrou em campo novamente. Dessa vez  contra o São Paulo da Rainha do Mar, pela Copinha.

Priorizando o jogo de domingo – quando o Bagé vai a Crissiumal buscar outra vitória para consolidar a classificação às outras fases da segundona – e, por isso, a fim de poupar alguns jogadores que vinham marcando presença em todos outros jogos, o “prof.’ Badico montou um time pra lá de misto. Não se arriscou a deixar todos experientes de fora – abro parênteses, uma derrota também não faria bem pro

espírito que está se formando pro jogo decisivo, fecho parênteses – mandou à campo Zóinho-vulgo-Evandro, Heberson-e-seu-pé-fraturado-que-estava-se-recuperando e o queridinho-da-torcida-Aguinaldo. Mesclando a essa experiência, pôs os “gurizão” Vinicius, Elias, Tainan e o arqueiro Tiririca – também conhecido como Samuel.

A resposta desta mistureba, se não fosse pelo resultado do placar, não convenceu a ninguém. Não convenceria nem o patrão-do-time-da-capital-D’alessandro. Um jogo feíssimo! Mas se imaginássemos Kléber-gladiador nas nossas arquibancadas – ou jogando – teríamos a certa resposta: o que interessa é ganhar! (Sabe muito!)

O primeiro tempo foi marcado, fora pelo gol de cabeça que o rubro-verde marcou aos 20 minutos, por três aspectos: falta de entrosamento dos jalde-negros, equipe visitante dominando geral e um baita destaque de Tiririca-Tiririca-Tiririca-de-Jesus – que além de fazer ótimas defesas, mostrou bastante comunicação com o resto da equipe.

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Com medo de que esse placar se ampliasse, o anjo-vingador-Badico fez voltar do intervalo, uma equipe mais próxima do que a que ele vinha apostando. Nos lugares de Diego, Vinícius e Tainan, colocou – respectivamente – o baixinho-e-agitado-Wesley, Alex e Rodrigo Dias.

A mudança soltou a equipe Jalde-negra e até conseguiu mudar de lado o domínio. À equipe visitante sobrou fazer alguns rápidos contra-ataques, que de novo esbarravam no Tiririca, e ver em apenas 4 (finais) minutos o jogo definitivamente mudar de lado. Por sorte, ou porque, até que um dia, bons ventos pairam no meu glamuroso e amado Pedra Moura, aos 43 minutos, num entra-não-entra-quase-entra, a bola sobrou nos pés de Gustavo que deu um empurrãozinho e ELA ENTROU. Placar empatado – e resultado que já satisfazia a jaldenegrada.

Maaas, o empate, graças ao bom Deus e à boa fase dos zagueirões da abelhada, não durou muito. Assim como no último jogo, numa cobrança de falta, já nos acréscimos, um zagueirão fechou com chave de ouro. Dessa vez, o pé responsável foi de Aguinaldo.

Aliviados, o tempo que ainda restava foi suficiente pros ânimos jalde-negros irem ao êxtase. O bandeirinha ouviu muito (merecido, ele estava de brincadeira, tchê!), o camisa 4 dos visitantes, que tentava apitar o jogo, também. Dentro de campo, o tempo foi curtíssimo e não deu pra fazer mais nada em nenhum dos lados.

Próximo das 22 horas, apita o árbitro. Podem comemorar. Acumulando seus primeiros três pontos nesse returno, a equipe jalde-negra ganhou bem mais do que isso. Confiança e uma enchida na moral, importantíssimas para domingo, “capitchê”?

Fotos: Jornal Minuano e Daniel Corrêa/Depto de Comunicação SC São Paulo

Feliz, mas mais ansiosa que anão em comício, e ainda cultuando esses ditados gaudérios (ridículos),

Luisi Ribeiro

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