Colhões, tê-los é um bom começo

aimxgre_DC_17No sábado de manhã, ao invés de NANAR o sono dos justos (?), os bruxos Eduardo Ostermayer e Digue Cardoso estiveram junto a este que vos bloga para acompanhar o jogo-treino entre Aimoré e Grêmio/Poa que ocorreu no CT da equipe da capital e para felicidade geral da nação capilé (ns) o que se observou foi um espírito CUIUDO naqueles que hoje habitam a cidade do POLO DE INFORMÁTICA.

Ante as obras da nova ponte do Guaíba + a balbúrdia que é se locomover na maravilhosa (SQN) Porto dos Casais, chegar ao local requer uma certa perícia. Pois bem, após nos acomodarmos sob o GAZEBO em que se localizava a imprensa, pudemos vislumbrar o que o Índio tem a oferecer para a vindoura Divisão de Acesso.

Postado em um 4-4-2 ortodoxo, alguns fatores chamaram a atenção, o primeiro deles: o espectro CAGALHÃO do elenco que tanto assombrava o torcedor aimoresista em 2016 parece ter sido banido do Estádio Cristo Rei. Os volantes Digaô, Elton e o zagueiro Renato Saldanha demonstram uma ascendência natural sobre os companheiros e seus métodos de jogo – mover, matar y destruir – fazem com que o comportamento do time seja BRIGÃO, o único possível evidentemente.

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Além dos citados no parágrafo acima, Rudigullith, outrora ATACANTE, agora mostra ser um zagueiro correto, também destaque ao centroavante IRAPUAN JÚNIOR, este jogador foi descoberto pelo técnico Claiton em suas andanças pelo Paraná e não se intimidou perante o selecionável Geromel e foi para as divididas ÀS GANHA, assim como demonstra querer o gol incessantemente, arriscando sempre que possível.

Na primeira etapa da contenda quando as duas agremiações estavam com seus times titulares, deu para reparar a postagem do Aimoré buscando o contragolpe e só usando o BAGO PRA FRENTE quando necessário era, o intento dos capilés é o de sair tabelando a redonda. Caso Diogo e Patrick estivessem em jornada mais inspirada e Flavinho um pouco mais solto, talvez o placar fosse outro, pois na primeira etapa que saiu o gol dos Tricolores quando Luan fez de cabeça em uma rara falha da bola aérea alviazul.

Na segunda parte do enfrentamento, o quadro não mudou, assim como nos primeiros 45′, o Grêmio chegava em jogadas rápidas, outro fator positivo aliás, foi o de que quando exigidos, os goleiros índígenas se portaram bem. Nicolas e Sidivan trouxeram segurança e ARROJO em defesas importantes. Todavia retorno ao título desse texto, o mais TRI de ver foi a disposição do time de São Léo em dividir, peitar e não temer Douglas, Bolãnos & Cia.

Dentre as peças que entraram na segunda etapa, gostei de Vicente, atacante que passa por um período de testes. Além dele, tenho curiosidade de saber como o centroavante Brandão, goleador de todos os modos possíveis nas categorias de base, irá se comportar no CAIROLÃO. Espantou-me o ingresso de GRÉGORI, volante que estava naquele maldito time que caiu para a Terceirona em 2o11, espero que já tenham dado um banho de sal grosso no taura (ns).

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O bizarro do jogo em si foi o fato de aos 49 minutos de jogo da segunda etapa (fim dos acréscimos), um auxiliar do time mandante pedir ao bandeirinha para esticar o jogo até os 55′, pois o DT Renato Portaluppi havia pedido afinal só 1 a 0 era pouco…Após todos os xingamentos possíveis efetuados pelo DT aimoresista, a infeliz sugestão (?) dos gremistas foi ignorada.

Confesso que saí do Centro de Treinamento do Grêmio com uma sensação boa, de um time que precisa talvez de umas três peças para sonhar com uma das duas vagas para o SARTORÃO 2018, mas que apresenta boas perspectivas quanto a uma chance de classificação para a segunda fase da competição e que não tem aquela MOLEZA de outros tempos sombrios para os Índios Capilés.

O Aimoré jogou com: Nicolas; Diego Superti, Renato Saldanha, Rudigullith e Maxsuel; Digaô, Elton, Diogo e Patrick; Flavinho e Irapuan Júnior. Entraram: Sidivan, Arruda, Faísca, Jader, Dieguinho, Brandão, Tiago Alemão, Grégori e Vicente.

Vai dar,

Natan Dalprá Rodrigues

Fotos cedidas pelo www.indiocapile.net

Publicado em Aimoré, Divisão de Acesso 2017. ligação permanente.

2 Respostas a Colhões, tê-los é um bom começo

  1. A gente lê o Toda Cancha por prazer e para se informar, obviamente, mas preciso destacar algumas coisas:

    – título ganha o leitor e este, meu caro amigo Capilé, é do caralho – perdão pelo trocadilho ns
    – incrível a trajetória de um atacante que virou zagueiro. não foi o primeiro nem será o último, mas é sempre curioso.
    – muito legal ler palavras de otimismo, fora que o BONÉ DO ACESSO é do AIMORÉ. porra!
    – o capilé sempre terá a minha torcida. aproveitem que tem um BICHANO (ui) aí que se pela pra índio — o menino Régis não me deixa mentir #pás

    abraço!

  2. Natan Dalprá Rodrigues diz:

    #1

    – Obrigado Pedrão!
    – Curioso mesmo, há o agravante do taura ter esse nome EXÓTICO e ser canhoto;
    – o Boné do Acesso é nosso SUPERTRUNFO;
    – Bom saber que emularemos o CAÇADOR da história daquela menina de vermelho na floresta hehehe.

    Abraço!

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