Algo se perdeu no meio do caminho

torcida xavante

Eu não sei o que aconteceu com parte da torcida do Brasil. O povo está dividido e, mesmo com a internet à disposição e incontáveis grupos e fóruns, não há diálogo. O único raro momento de união nos últimos meses foi para pedir ingressos com preços mais acessíveis e novas modalidades de sócio. A situação parece piorar a cada novo mês. (mais…)

É preciso respeitar a camisa rubro-verde

O adversário, na tarde de domingo, vestia azul. (Foto: Tabaquara Cruz/SCSP)

O adversário, na tarde de domingo, vestia azul. (Foto: Tabaquara Cruz/SCSP)

A tarde de domingo (11) em Rio Grande era perfeita para uma partida de futebol incrível. Um vento gelado e um sol sem nenhuma nuvem no caminho até a cancha. Foi no melhor clima possível que São Paulo e Brusque entraram em campo para jogar futebol. E fizeram isso por 35 minutos. Até que o senhor Johhn Hebert Alves Bispo, árbitro do confronto, transformou a tarde de futebol em um espetáculo tragicômico.  (mais…)

A garra da tua gente, ela prevaleceu outra vez!

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Hoje eu não vim aqui para falar especificamente sobre uma partida de futebol em si. Eu vim para falar de coisas muito maiores. Eu vim aqui para falar de uma cidade de pouco mais de 100 mil habitantes, onde as pessoas assíduas no estádio sabem exatamente quem vai se sentar ao seu lado na partida seguinte e sabem o mesmo do estádio do rival, onde as famílias são divididas entre o primo alvinegro e a prima alviverde e todos acabam em algum momento se unindo pelo mesmo ideal. Eu vim aqui para falar que há anos tenho acompanhado a situação do futebol nesta cidade, há anos eu vejo dois clubes tentando se manter com poucos recursos e, muitas vezes, com pouquíssimo apoio da comunidade; afinal, são só mais dois times como centenas de outros espalhados por aí. Mas fechar? Ah não, isso não pode. É inadmissível.

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Por tuas cores, até o fim!

avenidaxlaj

Eu estou desde o início do campeonato tentando não me iludir, mas o Avenida não está me permitindo isso (ns), e a noite de quarta-feira, mesmo fria e chuvosa, foi mais um episódio de luta contra a ilusão que me parece estar cada vez mais próxima de se tornar real.

Há uma semana abaixo de chuva no Rio Grande do Sul e com a partida de ida da fase semifinal transferida do sábado para a quarta-feira em busca de uma pausa na chuva, mas São Pedro mostrou que ele que manda nessa bagaça e fez com que a mudança de data não impedisse que a peleia regional fosse realizada abaixo de chuva e com o campo devidamente embarrado; enfim chegou a tão esperada (e que pareceu ser tão distante no calendário) quarta-feira do jogo e lá fomos nós, com nossas (estilosas) capas de chuva, rumo à Lajeado acompanhar o Avenidão da massa. Ao chegar no estádio, notamos que a ideia de adiar o jogo em alguns dias não foi a mais inteligente da existência do alviazul, afinal a chuva seguiu e o gramado apenas ficou mais danificando, chegando a ter algumas poças visíveis próximas ao meio campo, onde, quando a bola rolou (ou tentou), acabava parando ali a todo momento.

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Lição de casa feita com suor e lama

Julio Abu comemora o gol da vitória. (Foto: Marcio Menezes/3D Photo Designer)

Julio Abu comemora o gol da vitória. (Foto: Marcio Menezes/3D Photo Designer)

A única constante nos dois jogos do São Paulo pela Série D do campeonato brasileiro foi a chuva. Com ela, os jogos pegados, os campos duros e os bicões naturais. Se em Piracicaba a derrota veio por detalhe, no jogo deste domingo (28) a vitória sobre o Operário chegou na base de muita luta e transpiração.  (mais…)

Grande, gigante!

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Jogando em LAJEADO, pelo duelo de volta das quartas de finais da Divisão de Acesso, o LAJEADENSE venceu o Pelotas por 2×0, os TENTOS foram assinalados através de KAISER e DANILO MENDES. O próximo adversário vem da capital do fumo, o Avenida. O primeiro jogo acontece final de semana que vem em reduto lajeadense, a partir daí tudo se decide em Santa Cruz do Sul. (mais…)

Um balde de água fria em Piracicaba

São Paulo perde em Piracicaba na estreia da Série D - Foto: Michel Lambstein

São Paulo perde em Piracicaba na estreia da Série D – Foto: Michel Lambstein

A viagem de 24 horas que quatro torcedores do São Paulo fizeram em um carro para assistir a nossa partida de estreia na Série D contra o XV, em Piracicaba, é perfeita para mostrar como esse jogo foi encarado por todos em Rio Grande: um duelo de suma importância.  (mais…)

Jamais, eu disse jamais, nos subestimem

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“- O Esportivo tem o Luiz Muller no gol, fecha todas.
– Hm, eu lembro bem daquela final em 2011, que ele tomou três gols do meio da rua nas Castanheiras e aquele Lajeadense 0 x 1 Avenida em 2015, que também levou um gol do meio da rua, mas ok, vamos ver né.
– Mas o Esportivo tem o Nunes no time.
– Hm, aquele mesmo que veio pro Avenida e 2013, e era banco? Ah tá.
– Tá, mas eles tem o Márcio Hann.
– Hm, e tá no banco por que?
– E o Zulu matador? Zulu é rei.
– Hm, é sim. Como frequentadora do Jaconi, eu sei bem o quão matador ele é, em especial de torcedor do time que ele tá, por mini ataques cardíacos quando tenta jogar com a bola rolando, não dependo só da bola parada.
– Ok, mas o Esportivo tem mais camisa que o Avenida!
– Ok, temos então um jogo de 180 minutos para definir isso. Abraço!”

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